Relatório da Anistia Internacional aponta que a China realizou milhares de execuções no último ano para manter a estabilidade estatal.
A China manteve sua posição como o país que mais aplicou a pena de morte no mundo durante o ano de 2025, de acordo com dados divulgados pela Anistia Internacional. Segundo a organização, o número de execuções realizadas pelo governo chinês é estimado na casa dos milhares, refletindo uma política de controle estatal rigoroso. Para as autoridades chinesas, a pena capital é uma ferramenta fundamental para assegurar a ordem social e a segurança pública, sendo empregada de forma estratégica para desencorajar qualquer ameaça à estabilidade do Estado. A prática permanece como um ponto central de divergência entre a política interna chinesa e os padrões internacionais de direitos humanos, evidenciando o uso contínuo da punição máxima como pilar de governança no país.
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