Novas empresas buscam reduzir o tempo de tela dos usuários, promovendo interações sociais presenciais e experiências analógicas.
O setor de tecnologia vive uma mudança de paradigma com o surgimento de startups dedicadas a reduzir o tempo de tela dos usuários. Em um mercado amplamente dominado pela inteligência artificial e pelo consumo digital, essas empresas apostam em experiências analógicas e interações sociais presenciais para atrair o público. Um exemplo notável é a startup Board, liderada por Brynn Putnam, que obteve aporte financeiro para desenvolver soluções focadas em jogos e convivência física. Paralelamente, o crescimento de comunidades que constroem 'cyberdecks' — computadores personalizados feitos de forma artesanal — reflete o desejo de muitos usuários por ferramentas que incentivem o uso da tecnologia fora do ambiente virtual. Essa tendência não é vista apenas como um retrocesso tecnológico, mas como uma resposta estratégica ao esgotamento causado pela hiperconectividade, oferecendo alternativas concretas para quem busca equilibrar a vida digital com o mundo real.
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