Keiko Fujimori e Roberto Sanchez finalizam atos de campanha antes do segundo turno presidencial que definirá o futuro político do país.
O Peru encerra nesta semana uma das campanhas presidenciais mais acirradas de sua história recente. Os candidatos Keiko Fujimori e Roberto Sanchez realizaram seus últimos atos públicos em Lima, consolidando visões políticas diametralmente opostas que têm dominado o debate nacional. A disputa, que culmina na votação deste domingo, ocorre em um cenário de profunda instabilidade política e preocupações com a segurança pública, temas que pautaram a agenda dos postulantes ao longo dos últimos meses. A polarização atingiu níveis elevados, com apoiadores de ambos os lados trocando acusações severas sobre o futuro democrático do país. A eleição é vista como um momento decisivo para a estabilidade institucional peruana, em um contexto onde o eleitorado se encontra dividido entre propostas que evocam diferentes legados e modelos de gestão para enfrentar os desafios estruturais da nação.
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