O empresário Luiz Calainho destaca que o setor cultural representa 3% do PIB brasileiro e aponta o país como uma potência global no segmento.
O produtor cultural Luiz Calainho defende que o Brasil ocupa uma posição de destaque como a maior potência cultural do mundo, embora ressalte a necessidade de maior exploração desse potencial. À frente da holding L21, que abrange desde rádios até a gestão de teatros, Calainho consolidou sua trajetória ao transitar da indústria fonográfica para o empreendedorismo cultural. Atualmente, o setor de economia criativa já representa 3% do PIB brasileiro, evidenciando sua relevância econômica.
A atuação do grupo L21, que inclui a produtora Aventura — referência em teatro musical —, é sustentada por parcerias com grandes instituições financeiras, como Nubank e BTG Pactual. O modelo de negócio demonstra a viabilidade de integrar equipamentos culturais a estratégias de marcas corporativas. Para Calainho, o fortalecimento desse ecossistema é fundamental para que o país converta sua riqueza artística em um motor de desenvolvimento econômico ainda mais robusto.
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