O empresário Luiz Calainho, à frente da L21 Corp, consolidou uma estratégia de crescimento baseada na economia criativa, projetando um faturamento de R$ 380 milhões para 2026. O plano de expansão do grupo foca na soberania da experiência presencial como contraponto à fadiga digital, investindo em novos espaços culturais no Conjunto Nacional, em São Paulo, e no fortalecimento do Blue Note. Além do mercado interno, a companhia mira a internacionalização com a abertura de unidades do clube de jazz em Miami e Zurique, além de expandir a produtora Aventura para Londres. A L21 Corp utiliza o modelo de naming rights para conectar marcas ao setor cultural, defendendo que o fortalecimento da arte atua como um soft power estratégico para o desenvolvimento econômico do Brasil.
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