A nova designação dos EUA impõe sanções severas e bloqueia bens de grupos criminosos e autoridades ligadas ao narcotráfico na América Latina.
O governo dos Estados Unidos intensificou sua política de segurança regional ao classificar facções brasileiras, como o PCC e o CV, além de cartéis mexicanos e grupos venezuelanos, como organizações terroristas estrangeiras. A medida, que impõe sanções severas e o bloqueio de ativos, impacta diretamente a diplomacia e a economia local, atingindo inclusive autoridades de alto escalão, como o presidente colombiano Gustavo Petro, alvo de sanções por supostas conexões com o narcotráfico. O cenário gera um ambiente de incerteza para empresas que operam na América Latina, as quais agora enfrentam custos rigorosos de compliance para evitar penalidades criminais. Embora a Casa Branca busque asfixiar financeiramente essas organizações, analistas alertam que a estratégia pode não reduzir a criminalidade, incentivando, em vez disso, a migração dessas redes para sistemas financeiros paralelos fora da jurisdição do dólar.
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