Bitcoin acumula queda de 50% desde máxima histórica em 2026
O bitcoin testa o suporte de US$ 60 mil pressionado por resgates recordes em ETFs e tensões geopolíticas, mantendo viés baixista no curto prazo.
Pontos principais
- O bitcoin registra desvalorização superior a 27% no acumulado de 2026, com pressão vendedora intensificada em junho.
- ETFs de criptomoedas nos EUA registraram retiradas superiores a US$ 4,4 bilhões recentemente.
- O ativo descolou-se das ações de tecnologia americanas e enfrenta incertezas devido a tensões no Oriente Médio.
- A região de US$ 60 mil é monitorada por analistas como o principal suporte técnico e psicológico para a tendência futura.
- Instituições como JPMorgan e Citi seguem investindo em redes de depósitos tokenizados apesar da volatilidade do mercado.
O mercado de criptomoedas atravessa um período de correção acentuada, com o bitcoin recuando para a faixa de US$ 60 mil a US$ 62 mil, patamar que representa uma queda superior a 50% em relação à sua máxima histórica. O movimento de baixa é impulsionado por resgates bilionários em ETFs americanos, que somam mais de US$ 4,4 bilhões em saídas, além de tensões geopolíticas no Oriente Médio que elevaram a aversão ao risco. Diferente de períodos anteriores, o bitcoin apresenta um descolamento das ações de tecnologia dos EUA, que operam próximas de máximas históricas. Embora indicadores técnicos, como o IFR, sugiram condições de sobrevenda, o viés de curto e médio prazo permanece baixista. Enquanto o setor lida com a volatilidade, bancos tradicionais como JPMorgan e Citi continuam o desenvolvimento de redes de depósitos tokenizados, mantendo o foco em inovações estruturais para o longo prazo.
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