O ex-conselheiro firma acordo judicial para evitar prisão, aceitando pagar multa milionária por retenção e compartilhamento de documentos confidenciais durante sua gestão.
O ex-conselheiro de segurança nacional John Bolton firmou um acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos para se declarar culpado em um processo envolvendo o manuseio incorreto de documentos confidenciais. A ação, que conta com 18 acusações iniciadas em outubro de 2025, aponta que o ex-assessor reteve e compartilhou indevidamente mais de mil páginas de documentos de defesa nacional com sua esposa e filha. O termo do acordo, que inclui o pagamento de uma multa superior a dois milhões de dólares, busca evitar que Bolton cumpra pena em regime fechado, com uma nova audiência agendada para o dia 26 de junho. O caso faz parte de um esforço mais amplo do governo para monitorar o tratamento de informações sigilosas por ex-autoridades.
O episódio ganha relevância política por envolver uma figura que atuou no primeiro mandato de Donald Trump e que, atualmente, é um dos críticos mais vocais da gestão do 47º presidente. A admissão de culpa encerra o processo criminal, destacando a continuidade do escrutínio sobre a segurança nacional sob a atual administração. Bolton é uma das diversas figuras políticas indiciadas desde o retorno de Trump à Casa Branca em 2025, evidenciando a tensão persistente entre o governo atual e ex-membros da administração que se tornaram opositores políticos.
BBC World • 4 jun, 16:28
G1 Mundo • 4 jun, 14:03
SCMP - World • 4 jun, 13:51
27 mai, 11:04
26 mai, 23:01
10 mai, 17:31
29 abr, 15:02
6 abr, 13:05
Carregando comentários...