A agência deletou mais de 2.200 páginas de seu portal oficial, gerando críticas sobre a transparência e o futuro do órgão sob o governo Trump.
O Consumer Financial Protection Bureau (CFPB) removeu mais de 2.200 páginas de seu site oficial no último mês, eliminando um vasto arquivo que incluía comunicados de imprensa, discursos, testemunhos no Congresso e avisos voltados aos consumidores. O material excluído compreende registros produzidos desde a criação da agência, em 2010. A medida ocorre em um momento de crescente tensão sobre o futuro do órgão sob a gestão do presidente Donald Trump, cujo governo tem buscado reduzir a influência de agências reguladoras federais. Defensores da proteção ao consumidor alertam que a exclusão deliberada de documentos históricos enfraquece a transparência institucional e sinaliza uma estratégia mais ampla para desmantelar a eficácia da agência. A administração, por sua vez, mantém o silêncio sobre as motivações específicas para a limpeza do conteúdo digital, enquanto o setor financeiro observa atentamente os próximos passos da regulação.
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