A necessidade de processamento para IA eleva o consumo energético e exige novas tecnologias de resfriamento em data centers brasileiros.
A ascensão da inteligência artificial está redefinindo o papel dos data centers, que deixam de ser centros de armazenamento para se tornarem instalações industriais de alta potência. A integração de GPUs de alto desempenho, como a Nvidia H100, impulsionou a demanda energética por rack para níveis sem precedentes, exigindo uma infraestrutura robusta e sistemas avançados de resfriamento, como o liquid cooling. No Brasil, esse movimento é evidenciado por investimentos bilionários de empresas como Ascenty e Scala Data Centers, que buscam adequar o país à corrida global por processamento digital. Projetos de grande escala, como o Scala AI City e novas unidades no Ceará, demonstram a necessidade de infraestruturas especializadas para suportar a complexidade das novas cargas de trabalho de IA, transformando o setor em um pilar estratégico da economia digital.
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