A comissão disciplinar da província de Shanxi, na China, iniciou uma investigação formal contra Zhao Yongjin, secretário do Partido Comunista no condado de Qinyuan. O oficial é acusado de violações graves de disciplina e da lei, em um processo deflagrado apenas 11 dias após uma explosão de gás na mina de carvão Liushenyu. O acidente, que resultou em 82 mortes confirmadas e deixou dois trabalhadores desaparecidos, colocou sob escrutínio a atuação das autoridades locais na fiscalização de normas de segurança. A relevância do caso é acentuada pelo fato de que Zhao havia realizado uma inspeção oficial na mina meses antes da tragédia. A investigação busca determinar se houve negligência ou falhas administrativas que permitiram a continuidade das operações em condições inseguras, refletindo a pressão do governo chinês por maior rigor na segurança industrial após desastres fatais.
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