A Rússia registrou um aumento expressivo nas exportações de petróleo bruto ao longo de 2026, impulsionado por uma mudança forçada na dinâmica de sua indústria energética. Devido aos constantes ataques de drones ucranianos contra refinarias em território russo, a capacidade de processamento interno do país foi significativamente reduzida. Sem condições de refinar o volume habitual de óleo, o governo tem direcionado o excedente de matéria-prima diretamente para o mercado internacional. Esse cenário reflete a vulnerabilidade da infraestrutura crítica russa frente ao conflito prolongado, alterando o perfil das exportações do país, que agora priorizam o óleo bruto em detrimento dos produtos refinados. A situação destaca os desafios operacionais enfrentados pelo setor energético russo para manter o fluxo de receitas em meio à guerra.
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