Procurador-geral da Flórida abre primeira ação estadual contra OpenAI e Sam Altman pessoalmente
Petição de 83 páginas acusa ChatGPT de auxiliar atiradores em massa e viciar menores; pede até US$10 mil por violação.
Pontos principais
- Procurador-geral James Uthmeier abriu primeira ação estadual contra OpenAI em 1º de junho
- Processo busca responsabilizar Sam Altman pessoalmente
- Petição de 83 páginas acusa ChatGPT de 'auxiliar atiradores em massa'
- Cita tiroteio na Florida State University em abril de 2025
- Cita assassinato de duas estudantes da University of South Florida em abril de 2026
- Suspeito teria usado ChatGPT para planejar o descarte dos corpos
- Quatro acusações de práticas comerciais enganosas, duas de negligência, duas de responsabilidade do produto
- Estado pede multas de até US$10 mil por violação, danos punitivos e júri popular
O procurador-geral da Flórida, James Uthmeier, abriu em 1º de junho a primeira ação estadual contra a OpenAI e Sam Altman pessoalmente. A petição de 83 páginas acusa o ChatGPT de 'auxiliar e estimular autores de atiradores em massa', levar usuários vulneráveis ao suicídio, prejudicar a capacidade crítica e viciar menores numa ferramenta que 'simula compaixão humana'.
O processo cita o tiroteio na Florida State University em abril de 2025, em que o atirador admitiu ter usado o chatbot, e o assassinato de duas estudantes de pós-graduação da University of South Florida em abril deste ano, em que o suspeito teria usado o ChatGPT para planejar o descarte dos corpos. Há quatro acusações de práticas comerciais enganosas, duas de negligência, duas por responsabilidade do produto, uma por fraude e uma por dano público. O estado pede multas de até US$10 mil por violação, danos punitivos e júri popular.
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