O banco é suspeito de facilitar lavagem de dinheiro em uma transação de € 5,7 bilhões envolvendo ativos do grupo Bolloré na África.
O Morgan Stanley está sob escrutínio das autoridades francesas devido ao seu papel na venda de ativos do grupo Bolloré na África, uma transação avaliada em € 5,7 bilhões. A investigação criminal busca determinar se o banco facilitou esquemas de lavagem de dinheiro e corrupção associados à operação, que foi originalmente orquestrada pelo empresário Vincent Bolloré. A denúncia foi impulsionada por grupos de comunidades africanas, que alegam que a instituição financeira teria desempenhado um papel ativo na viabilização de práticas ilícitas durante a transferência dos ativos. Caso as evidências sejam confirmadas, o banco poderá ser formalmente indiciado pela justiça francesa, o que representa um risco reputacional e legal significativo para a instituição em um dos maiores casos de corrupção corporativa envolvendo operações no continente africano.
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