O fechamento do Estreito de Hormuz, decorrente do agravamento do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, tornou-se uma preocupação central para o governo brasileiro. A interrupção das rotas logísticas na região ameaça o fluxo de fertilizantes, insumo essencial para a manutenção da produtividade do agronegócio nacional. Diante da instabilidade, o chanceler Mauro Vieira colocou o tema como prioridade em sua agenda diplomática durante visita oficial a Pequim, buscando alternativas para garantir o abastecimento e a segurança alimentar do país. A situação gera apreensão entre os agricultores brasileiros, que temem que a escassez e a alta nos preços dos insumos prejudiquem o planejamento da safra de verão. O governo brasileiro trabalha para mitigar os impactos dessa crise geopolítica, que coloca em risco a estabilidade de um dos pilares da economia nacional.
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