Durante uma cúpula realizada no mês passado em Pequim, o presidente Donald Trump solicitou formalmente que o líder chinês, Xi Jinping, utilize sua influência diplomática para mediar o fim da guerra entre Rússia e Ucrânia. O pedido reflete uma mudança na estratégia da Casa Branca, que busca alavancar o peso geopolítico de Pequim para pressionar Vladimir Putin a retomar o diálogo com o governo ucraniano. A movimentação ocorre em um momento crítico, com o conflito entrando em seu quinto ano sem perspectivas claras de um cessar-fogo. Ao buscar a colaboração chinesa, o governo Trump tenta contornar o impasse diplomático que tem marcado as relações internacionais desde o início das hostilidades, apostando que a proximidade econômica e política entre Pequim e Moscou possa ser o fator decisivo para encerrar as operações militares na região.
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