Um tribunal de apelações de Washington DC proferiu uma decisão dividida sobre a presença de pessoas transgênero nas forças armadas dos Estados Unidos. O veredito garante que os militares transgênero que já compõem o quadro das forças armadas podem permanecer em serviço ativo, embora a corte tenha mantido a autorização para que o Pentágono continue bloqueando o alistamento de novos candidatos. A decisão, que concluiu que a política do governo Trump visava excluir indivíduos com base na identidade de gênero, foi classificada por parte dos magistrados como arbitrária e motivada por animosidade. Apesar do entendimento de que a proibição é ilegal, a restrição permanece em vigor temporariamente enquanto o processo segue em tramitação. A expectativa é que o governo federal recorra, prolongando a disputa jurídica que deve chegar à Suprema Corte e impactar a política de inclusão nas instituições militares.
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