O governo dos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, oficializou a inclusão do PCC e do Comando Vermelho na lista de organizações terroristas globais. A medida, que entra em vigor em 5 de junho, permite o bloqueio de ativos e a imposição de sanções a qualquer entidade que forneça apoio material às facções, impactando potencialmente bancos e empresas brasileiras. A porta-voz Amanda Roberson destacou que a iniciativa visa utilizar todos os instrumentos disponíveis da Casa Branca para eliminar esses grupos criminosos.
O anúncio intensificou o debate político no Brasil. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, classificou a decisão como positiva para o combate ao crime organizado e à lavagem de dinheiro. Em contrapartida, o governo federal criticou a medida, alegando que a classificação fere a soberania nacional e reflete articulações políticas externas. O embate gerou trocas de farpas entre o governador e o ministro Fernando Haddad, evidenciando a divergência estratégica entre a administração paulista e o Palácio do Planalto.
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