Relatório recente do Goldman Sachs indica que a intensidade do fenômeno El Niño, esperada para o final de 2026, deve alterar a dinâmica do setor elétrico brasileiro. A previsão de temperaturas mais altas tende a impulsionar a demanda por energia, aumentando a volatilidade dos preços e exigindo o uso mais frequente de usinas térmicas para garantir o suprimento. Esse cenário cria uma assimetria positiva para empresas do setor, embora os desafios relacionados ao risco hidrológico e à oferta de energia permaneçam no radar dos investidores.
Diante das novas regras do sistema elétrico vigentes desde 2025, o banco revisou seus modelos de valuation para diversas companhias. Enquanto distribuidoras podem colher benefícios do aumento da carga, geradoras enfrentam um ambiente mais complexo. O Goldman Sachs aponta Axia e Equatorial como as principais recomendações, monitorando de perto possíveis riscos regulatórios e a eventual sobreoferta de energia no médio prazo.
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