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Goldman Sachs aponta impacto do El Niño em elétricas brasileiras

Previsão de forte fenômeno climático em 2026 deve elevar demanda e volatilidade nos preços de energia, segundo relatório do Goldman Sachs.

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Foto: InfoMoney
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01/06 às 11:35

Pontos principais

  • O fenômeno El Niño, previsto para o final de 2026, deve elevar as temperaturas e o consumo de energia no Brasil.
  • Analistas projetam maior volatilidade nos preços e necessidade frequente de acionamento de usinas térmicas.
  • Distribuidoras podem ser beneficiadas pelo aumento da carga, enquanto geradoras lidam com riscos hidrológicos.
  • O Goldman Sachs destacou Axia e Equatorial como preferências de investimento no setor.
  • Mudanças regulatórias implementadas desde 2025 contribuem para um cenário de preços mais elevados.

Relatório recente do Goldman Sachs indica que a intensidade do fenômeno El Niño, esperada para o final de 2026, deve alterar a dinâmica do setor elétrico brasileiro. A previsão de temperaturas mais altas tende a impulsionar a demanda por energia, aumentando a volatilidade dos preços e exigindo o uso mais frequente de usinas térmicas para garantir o suprimento. Esse cenário cria uma assimetria positiva para empresas do setor, embora os desafios relacionados ao risco hidrológico e à oferta de energia permaneçam no radar dos investidores.

Diante das novas regras do sistema elétrico vigentes desde 2025, o banco revisou seus modelos de valuation para diversas companhias. Enquanto distribuidoras podem colher benefícios do aumento da carga, geradoras enfrentam um ambiente mais complexo. O Goldman Sachs aponta Axia e Equatorial como as principais recomendações, monitorando de perto possíveis riscos regulatórios e a eventual sobreoferta de energia no médio prazo.

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