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Forças Armadas e ciber-aparato do Irã usam cada vez mais ChatGPT e Gemini, diz Financial Times

Check Point e Palo Alto rastreiam malware MiniFast e 7.381 endereços de phishing ligados a campanhas iranianas.

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01/06 às 09:00

Pontos principais

  • Financial Times reportou que Forças Armadas e aparato cibernético do Irã usam cada vez mais ferramentas ocidentais de IA
  • Ferramentas incluem ChatGPT da OpenAI e Gemini do Google
  • Uso cobre phishing, geração de código malicioso, criação de personas online falsas e identificação de vulnerabilidades
  • Check Point identificou que grupo Nimbus Manticore, ligado à Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC), usou LLMs para criar malware MiniFast
  • Malware surgiu logo após bombardeios americanos contra o Irã em fevereiro
  • Unit 42 da Palo Alto Networks rastreou 7.381 endereços de phishing em 1.881 domínios atribuídos a campanhas iranianas
  • Google documentou que grupo APT42, ligado ao Irã, usou o Gemini para reconhecimento e desenvolvimento de malware
  • Google identificou HONESTCUE, estrutura de malware que terceiriza geração de código para a API do Gemini

O Financial Times reportou que as Forças Armadas e o aparato cibernético do Irã estão usando cada vez mais ferramentas ocidentais de IA, incluindo o ChatGPT da OpenAI e o Gemini do Google, para campanhas de phishing, geração de código malicioso, criação de personas online falsas e identificação de vulnerabilidades. A empresa de cibersegurança israelense Check Point identificou que o grupo Nimbus Manticore, ligado à Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC), usou modelos de linguagem para construir um novo malware chamado MiniFast logo após os bombardeios americanos contra o Irã em fevereiro. A Unit 42, unidade de inteligência de ameaças da Palo Alto Networks, rastreou 7.381 endereços de phishing em 1.881 domínios atribuídos a campanhas iranianas até abril.

O Google documentou em fevereiro que o grupo APT42, ligado ao Irã, usou o Gemini para reconhecimento e desenvolvimento acelerado de malware, e identificou o HONESTCUE, estrutura de malware que terceiriza a geração de código para a API do Gemini por meio de prompts disfarçados.

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