Check Point e Palo Alto rastreiam malware MiniFast e 7.381 endereços de phishing ligados a campanhas iranianas.
O Financial Times reportou que as Forças Armadas e o aparato cibernético do Irã estão usando cada vez mais ferramentas ocidentais de IA, incluindo o ChatGPT da OpenAI e o Gemini do Google, para campanhas de phishing, geração de código malicioso, criação de personas online falsas e identificação de vulnerabilidades. A empresa de cibersegurança israelense Check Point identificou que o grupo Nimbus Manticore, ligado à Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC), usou modelos de linguagem para construir um novo malware chamado MiniFast logo após os bombardeios americanos contra o Irã em fevereiro. A Unit 42, unidade de inteligência de ameaças da Palo Alto Networks, rastreou 7.381 endereços de phishing em 1.881 domínios atribuídos a campanhas iranianas até abril.
O Google documentou em fevereiro que o grupo APT42, ligado ao Irã, usou o Gemini para reconhecimento e desenvolvimento acelerado de malware, e identificou o HONESTCUE, estrutura de malware que terceiriza a geração de código para a API do Gemini por meio de prompts disfarçados.
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