Relatórios indicam que ferramentas de IA como ChatGPT e Gemini estão sendo exploradas pelo Irã para aprimorar malwares e campanhas de phishing.
Relatórios recentes apontam que modelos de inteligência artificial, incluindo o ChatGPT e o Gemini, têm sido explorados pelo Irã para fortalecer suas operações cibernéticas. A tecnologia está sendo utilizada para otimizar a criação de códigos maliciosos e automatizar campanhas de phishing, aumentando a eficácia e a sofisticação desses ataques. A capacidade de gerar textos e códigos em larga escala facilita a atuação de agentes mal-intencionados, tornando as ameaças digitais mais difíceis de detectar e neutralizar. Esse cenário levanta preocupações significativas sobre a segurança digital global e o uso indevido de ferramentas de IA desenvolvidas no Ocidente. O caso destaca o desafio contínuo das empresas de tecnologia em equilibrar a inovação aberta com a necessidade de implementar salvaguardas robustas para impedir que suas plataformas sejam utilizadas por atores estatais em atividades cibernéticas hostis.
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