A segurança pública no Rio de Janeiro enfrenta um cenário crítico após a morte de dois policiais militares em um intervalo de apenas cinco dias. O sargento Adriano Pereira de Souza foi atingido por um disparo de fuzil na cabeça durante uma operação para a retirada de barricadas na comunidade Faz Quem Quer, em Rocha Miranda. Pouco depois, o subtenente André Luiz Cardoso Eccard foi executado em Jacarepaguá por criminosos que ocupavam uma motocicleta. Os episódios reforçam a vulnerabilidade das forças de segurança em áreas conflagradas pelo crime organizado. Segundo o Instituto Fogo Cruzado, 51 agentes já foram baleados na região metropolitana em 2026, com 18 óbitos de policiais militares registrados em serviço. A recorrência desses ataques destaca os desafios enfrentados pelas autoridades no combate às facções que atuam no estado.
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