Advogados de mulher acusada de integrar o Estado Islâmico declaram que ela abandonou ideologias extremistas durante processo judicial na Austrália.
Uma mulher australiana, que enfrenta graves acusações de envolvimento com o Estado Islâmico, declarou por meio de sua defesa jurídica ter renunciado à jihad. A ré é alvo de um processo judicial que aponta seu suporte direto a atos terroristas e a incitação ao assassinato de não-crentes. Além das atividades militantes, as autoridades australianas afirmam que ela teria tentado doutrinar seus próprios filhos na ideologia extremista e atuado no recrutamento de novos membros para o grupo na Síria. O advogado de defesa argumenta que a cliente abandonou completamente suas crenças anteriores, buscando apresentar uma mudança de postura como parte central de sua estratégia legal. O caso ganha relevância ao colocar em xeque as políticas de segurança nacional e os desafios enfrentados pelo Estado no processo de retorno, julgamento e eventual reabilitação de cidadãos que se envolveram com organizações terroristas no exterior.
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