O governo australiano anunciou que quatro mulheres e nove crianças, com ligações a supostos combatentes do Estado Islâmico na Síria, estão prestes a ser repatriadas. O ministro de assuntos internos, Tony Burke, confirmou na quarta-feira que o grupo de 13 pessoas é esperado na Austrália "muito em breve". A decisão marca uma mudança na postura do governo Albanese, que anteriormente havia se recusado a auxiliar o retorno dessas famílias. A situação envolve indivíduos com conexões a atividades terroristas na Síria, levantando questões sobre a segurança e o processo de reintegração no país.
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