Pelo menos 135 autoridades e servidores públicos tiveram viagens custeadas por órgãos federais para participar do evento organizado por Gilmar Mendes.
Ao menos 135 autoridades e servidores públicos brasileiros tiveram suas viagens ao Fórum de Lisboa, evento organizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, autorizadas por seus respectivos órgãos de origem. A participação de membros dos três Poderes no encontro, popularmente apelidado de 'Gilmarpalooza', envolve o uso de verbas públicas para o custeio de passagens e diárias, gerando debates sobre a transparência e a finalidade do gasto estatal em eventos internacionais. O Fórum de Lisboa consolidou-se como um espaço recorrente de interação entre a elite jurídica e política brasileira. A mobilização de um contingente expressivo de funcionários públicos para o evento em Portugal levanta questionamentos sobre a necessidade da presença dessas autoridades e o impacto financeiro para os cofres públicos, em um momento em que a gestão de gastos governamentais segue sob escrutínio da sociedade civil.
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