Governo dos EUA amplia controle sobre chips de IA para impedir que subsidiárias chinesas em países terceiros contornem sanções tecnológicas.
O Departamento de Comércio dos Estados Unidos implementou novas diretrizes para fechar brechas que permitiam a exportação de chips de inteligência artificial de ponta para subsidiárias de empresas chinesas situadas em países terceiros. A medida visa impedir que tecnologias avançadas, como os processadores Blackwell e Rubin da Nvidia e o MI350x da AMD, cheguem ao alcance de Pequim por meio de operações globais. Relatórios indicaram que chips de alta performance estavam sendo desviados para filiais localizadas na Malásia, contornando as restrições de segurança nacional vigentes.
Esta iniciativa faz parte de um esforço contínuo da administração Trump para limitar o desenvolvimento de capacidades de IA na China. Ao restringir o acesso a hardware essencial, o governo americano busca garantir a eficácia de suas sanções tecnológicas, impedindo que empresas chinesas utilizem infraestruturas internacionais para contornar o embargo e sustentar o avanço de seus sistemas de computação de alto desempenho.
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