Polícia intensifica combate à venda de figurinhas falsas da Copa
Autoridades apreendem milhares de cromos falsificados e alertam consumidores sobre como identificar produtos irregulares no mercado.
Pontos principais
- Polícias Civil e DRCPIM realizaram apreensões de figurinhas e álbuns falsos no Rio de Janeiro e em São Paulo.
- Preços significativamente abaixo do valor oficial de R$ 7,00 são o principal indício de fraude.
- Embalagens oficiais possuem plástico metalizado liso, diferentemente do material poroso usado em falsificações.
- Consumidores relatam baixa qualidade de impressão, cores opacas e cortes irregulares nos produtos ilegais.
As autoridades policiais intensificaram as ações contra a comercialização de figurinhas falsificadas do álbum da Copa do Mundo de 2026, com apreensões expressivas registradas nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. O mercado paralelo tem utilizado plataformas de e-commerce e redes sociais para distribuir produtos sem procedência legal, gerando prejuízos aos colecionadores que buscam itens autênticos. Especialistas destacam que a principal forma de evitar golpes é desconfiar de ofertas com preços muito abaixo do valor oficial de R$ 7,00 por pacote.
Além do valor, a qualidade do material serve como um indicador importante de autenticidade. Enquanto os pacotes originais utilizam plástico metalizado liso, as versões falsificadas apresentam embalagens de papel poroso e cromos com falhas de impressão, cores opacas e cortes irregulares. Para garantir a procedência, a recomendação oficial é priorizar a compra em bancas de jornal e grandes redes de varejo autorizadas.
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