O grupo armado Kataeb Hezbollah, alinhado ao Irã, formalizou sua recusa em desarmar-se, desafiando a crescente pressão diplomática e econômica exercida pelos Estados Unidos. Em declaração oficial, o grupo afirmou que manterá seu arsenal e se prontificou a absorver armamentos de facções menores que optem pela desmobilização. A exigência central da milícia é a retirada completa das forças da coalizão internacional presentes no Curdistão iraquiano como pré-requisito para qualquer diálogo sobre o tema. A postura do grupo coloca o governo iraquiano em uma posição delicada, uma vez que Washington tem condicionado a continuidade de seu apoio financeiro e institucional ao controle efetivo das milícias pelo Estado. Enquanto o primeiro-ministro Ali al-Zaidi busca reafirmar a autoridade estatal sobre o uso da força, a resistência do Kataeb Hezbollah intensifica a instabilidade política na região e complica as relações diplomáticas entre Bagdá e a administração do presidente Donald Trump.
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