Relatório do IPPR sugere medidas para garantir que ganhos de produtividade da inteligência artificial sejam compartilhados com os trabalhadores.
Um novo relatório do thinktank britânico IPPR, apoiado pelo TUC, propõe uma mudança estrutural na forma como as empresas implementam a inteligência artificial. O documento argumenta que, para evitar que os ganhos de produtividade fiquem restritos ao capital corporativo, os funcionários precisam ter maior poder de negociação durante a transição tecnológica. Entre as medidas sugeridas, destaca-se a criação de uma taxa de apoio ao trabalhador, desenhada para fortalecer a voz dos empregados e garantir que a automação resulte em benefícios compartilhados. O estudo enfatiza que o momento atual representa um ponto de virada histórico, sendo essencial que a adoção de IA seja inclusiva para assegurar a estabilidade e a equidade no futuro do trabalho.
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