Pam Bondi depõe ao Congresso sobre arquivos de Jeffrey Epstein
A ex-procuradora-geral prestou depoimento sob pressão, mas evitou responder a questionamentos sobre o envolvimento do presidente Donald Trump na gestão dos arquivos de Jeffrey Epstein.
Pontos principais
- Pam Bondi depôs ao Comitê de Supervisão da Câmara sobre a gestão dos arquivos de Jeffrey Epstein durante sua passagem pelo Departamento de Justiça.
- O depoimento ocorreu após Bondi resistir a uma intimação inicial, motivando ameaças de desacato civil por parte de parlamentares democratas.
- A audiência foi realizada a portas fechadas, com foco na condução dos registros da investigação sobre o caso Epstein.
- Democratas afirmam que a ex-procuradora-geral se recusou a responder perguntas específicas sobre o presidente Donald Trump.
- O congressista Robert Garcia criticou a postura de Bondi, acusando-a de tentar transferir responsabilidades durante a sessão.
- A audiência ocorre cerca de um mês após mudanças na cúpula do Ministério da Justiça sob a administração de Donald Trump.
A ex-procuradora-geral Pam Bondi prestou depoimento perante o Comitê de Supervisão da Câmara, focando na condução dos arquivos relacionados a Jeffrey Epstein. A audiência marca uma mudança de postura, já que Bondi havia se recusado a comparecer inicialmente, cedendo apenas após a pressão de parlamentares que ameaçaram avançar com uma resolução de desacato civil. Durante a sessão, realizada a portas fechadas, o comitê investigou os critérios adotados na liberação de documentos e eventuais omissões durante sua gestão.
Contudo, parlamentares democratas relataram que Bondi evitou responder a questionamentos diretos sobre o envolvimento do presidente Donald Trump na gestão desses registros. O congressista Robert Garcia criticou a postura da ex-procuradora, alegando que ela tentou transferir a responsabilidade por questões centrais do caso durante o interrogatório. O episódio ocorre em um cenário de tensão política, cerca de um mês após alterações na cúpula do Ministério da Justiça, em um momento em que a administração Trump enfrenta instabilidades em diversas frentes, incluindo questões diplomáticas e de direitos humanos.
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