O presidente Donald Trump demitiu a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, nesta quinta-feira (2.abr.2026), e confirmou a decisão em uma publicação no Truth Social, elogiando-a como patriota e amiga leal, e afirmando que ela seguirá para o setor privado. Todd Blanche, procurador-geral adjunto, assumirá o cargo interinamente, e Lee Zeldin está sendo considerado para a posição. A decisão foi motivada pela frustração de Trump com a performance de Bondi, especialmente na condução do caso envolvendo Jeffrey Epstein, um criminoso sexual que faleceu na prisão em 2019, e pela percepção de lentidão em processar adversários políticos.
Bondi havia prometido agilidade na divulgação da 'lista' de Epstein, mas justificou atrasos devido à complexidade e riscos às investigações. Apesar da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein ter forçado a liberação dos documentos, Bondi os entregou com rasuras e erros técnicos. Durante uma audiência no Congresso, a procuradora-geral foi flagrada com dossiês contendo o histórico de buscas de deputados nos arquivos do caso Epstein, o que gerou acusações de espionagem e aumentou a tensão sobre a atuação do governo na investigação. A CNBC apurou que a demissão ocorreu devido ao descontentamento de Trump com a gestão de Bondi sobre os arquivos de Jeffrey Epstein e a falta de processos contra inimigos políticos. Esta é a segunda demissão de alto escalão no governo Trump, após a saída de Kristi Noem, ex-secretária de Segurança Interna, em 5 de março, devido à repercussão negativa da atuação policial migratória.
Poder360 • 2 abr, 15:33
BBC Brasil • 2 abr, 16:26
InfoMoney • 2 abr, 15:01
29 abr, 12:13
4 abr, 13:01
17 mar, 15:02
7 mar, 09:01
12 fev, 12:05
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