O setor de construção civil brasileiro enfrenta uma mudança de preferência entre investidores, que agora privilegiam o segmento de baixa renda. De acordo com análise da XP Investimentos, a pressão macroeconômica, intensificada pela alta dos juros, tem dificultado a performance do segmento de média e alta renda, afetando a acessibilidade e comprimindo a demanda. Em contrapartida, o setor de baixa renda oferece maior previsibilidade de margens e controle de custos, fatores essenciais em um ambiente de incertezas. Enquanto a Tenda é vista como consenso pela resiliência operacional, empresas como Cyrela e Cury também permanecem no radar do mercado por diferentes estratégias de exposição e qualidade de execução. A cautela, contudo, permanece como nota dominante, com investidores avaliando criteriosamente o timing para novas alocações diante da volatilidade do cenário econômico atual.
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