Executivo da Intel Brasil aponta que a transição para a I.A. agêntica foca na execução autônoma de tarefas e resultados concretos para os negócios.
A transição da inteligência artificial generativa para a I.A. agêntica representa um novo patamar na transformação digital das empresas. Segundo André Ribeiro, diretor da Intel Brasil, a tecnologia evoluiu da simples criação de conteúdo para a execução autônoma de tarefas, permitindo que sistemas coordenem processos e tomem decisões estratégicas. O foco atual do mercado corporativo tem migrado do treinamento de grandes modelos para a implementação de soluções de inferência, visando resultados práticos em produtividade e receita. A Intel tem atuado como conselheira estratégica para auxiliar organizações a estruturarem seus ambientes tecnológicos, reforçando que a adoção dessas ferramentas não é exclusiva de grandes corporações. Com 14% das empresas nas Américas já explorando projetos de I.A. agêntica, a tecnologia se consolida como um pilar essencial para a eficiência operacional em ambientes híbridos e acessíveis.
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