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Cidade de Nova York é processada por discriminação racial em remoções de crianças

Famílias acusam o serviço de proteção infantil de Nova York de usar remoções de emergência de forma discriminatória contra minorias.

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Foto: The Guardian World
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29/05 às 09:34

Pontos principais

  • A ação coletiva alega que a Administration for Children’s Services (ACS) abusa do poder de remoção de emergência.
  • O processo aponta que a prática é aplicada desproporcionalmente contra famílias negras e latinas.
  • Autores argumentam que a agência utiliza a medida para contornar a revisão judicial necessária.
  • A remoção de emergência deveria ser restrita a situações extremas sem tempo para ordens judiciais.
  • A separação forçada de pais e filhos pode gerar danos psicológicos e emocionais duradouros.

Duas famílias moveram uma ação coletiva contra a cidade de Nova York, acusando a Administration for Children’s Services (ACS) de praticar discriminação racial sistemática. Segundo o processo, a agência tem utilizado o mecanismo de remoção de emergência de crianças de forma abusiva e desproporcional contra famílias negras e latinas. Os autores da ação sustentam que a política é frequentemente empregada para contornar a revisão judicial, desrespeitando o protocolo que reserva tais medidas apenas para situações de risco extremo onde não há tempo para obter uma ordem judicial. A relevância do caso reside na denúncia de uma prática que, segundo os demandantes, causa danos psicológicos e emocionais profundos e duradouros às famílias afetadas, levantando questionamentos sobre a equidade e a transparência dos procedimentos de proteção infantil na cidade.

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