CEO da Hitachi Vantara defende protagonismo e autonomia na liderança
Andrea Fodor destaca que a liderança eficaz exige foco no desenvolvimento humano e resiliência diante dos desafios do setor de tecnologia no Brasil.
Pontos principais
- O protagonismo na carreira é definido pela capacidade de assumir responsabilidades além da hierarquia.
- A escassez de mão de obra qualificada é o maior obstáculo para a inovação tecnológica no país.
- A inteligência artificial é usada para eficiência operacional, mas não substitui o papel humano.
- Valores como disciplina e espírito de equipe, vindos do esporte, são essenciais para formar líderes.
Andrea Fodor, CEO da Hitachi Vantara no Brasil, enfatiza que a liderança moderna não deve ser terceirizada, exigindo autonomia e um compromisso ativo com o desenvolvimento dos colaboradores. Em um cenário marcado pela rápida transformação digital, a executiva aponta que a escassez de talentos qualificados permanece como o principal entrave para a inovação no mercado brasileiro. Segundo Fodor, embora a inteligência artificial seja uma ferramenta estratégica para elevar a produtividade e a eficiência operacional, ela não substitui a necessidade de lideranças humanas capazes de guiar equipes com propósito.
Além dos desafios técnicos, a executiva destaca a importância de redes de apoio para mulheres em cargos de gestão e a aplicação de valores esportivos, como a disciplina, na formação de líderes. Para Fodor, o verdadeiro legado de um gestor deve ser mensurado pelo impacto positivo no crescimento profissional daqueles ao seu redor.
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