Relatos de ex-funcionários e análises indicam que a Tesla utiliza métodos questionáveis para inflar a eficácia do seu sistema de direção autônoma.
Relatos de ex-funcionários e uma investigação da Reuters colocaram em xeque as estatísticas de segurança divulgadas pela Tesla sobre o seu sistema Full Self-Driving (FSD). Segundo os profissionais que atuavam na etiquetagem de dados, o software depende de um mapeamento manual exaustivo para identificar perigos nas vias, contradizendo a percepção de uma tecnologia totalmente autônoma. A empresa sustenta que seu sistema é até 10 vezes mais seguro que um motorista humano, mas a análise aponta que a metodologia utilizada para chegar a essa conclusão é falha e infla os resultados reais. O caso levanta preocupações significativas sobre a transparência da companhia em relação à eficácia de sua tecnologia de condução autônoma, sugerindo que o desempenho do FSD pode não ser tão robusto quanto o marketing da montadora indica aos consumidores e reguladores.
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