A presença da Petrobras nas reservas de petróleo do Brasil registrou uma queda acentuada nos últimos dez anos, passando de 84% em 2015 para 59% em 2025. Esse movimento ocorreu em um cenário de expansão das reservas totais do país, que cresceram 34% no período, alcançando a marca de 21 bilhões de barris. A redução da fatia da estatal é atribuída a uma estratégia de venda de ativos e à intensificação de parcerias com multinacionais, especialmente na exploração do pré-sal. O cenário tem gerado alertas entre especialistas sobre a soberania energética nacional. O debate central gira em torno da necessidade de fortalecer a Petrobras por meio de novos investimentos em exploração, garantindo que a gestão dos recursos naturais permaneça alinhada aos interesses públicos e ao desenvolvimento econômico do país a longo prazo.
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