Danos em fundições causados pelo conflito no Irã devem restringir a oferta global de alumínio por pelo menos doze meses, aponta Morgan Stanley.
O mercado global de alumínio deve enfrentar um cenário de oferta restrita por um período prolongado, segundo análise do Morgan Stanley. A estrategista Amy Gower afirmou que os danos severos causados às fundições devido ao conflito no Irã comprometeram a capacidade produtiva, gerando um desequilíbrio que deve persistir no curto e médio prazo. De acordo com as projeções apresentadas à Bloomberg Television, a previsão é de que as operações nas unidades impactadas levem aproximadamente doze meses para serem normalizadas. Essa escassez de oferta impõe desafios significativos para a cadeia de suprimentos global, uma vez que o alumínio é um insumo essencial para diversos setores industriais. O mercado segue monitorando a situação geopolítica e os desdobramentos na capacidade de produção das regiões afetadas para avaliar possíveis impactos nos preços e na disponibilidade do metal.
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