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Escassez de alumínio deve pressionar preços globais, diz Wells Fargo

Analista do Wells Fargo alerta que o mercado ainda não precificou totalmente os impactos da instabilidade no Irã sobre a oferta de alumínio.

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Foto: Bloomberg - Markets
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12/05 às 20:02

Pontos principais

  • A instabilidade no Irã é o principal fator de risco para a oferta global de commodities.
  • Especialistas do Wells Fargo preveem que a escassez de alumínio pode ser mais prolongada do que o esperado.
  • O preço do cobre opera próximo a recordes históricos impulsionado pela demanda chinesa.
  • Problemas no fornecimento de enxofre no Oriente Médio adicionam pressão aos mercados globais.

O mercado global de metais enfrenta um período de incerteza, com analistas do Wells Fargo alertando que os efeitos do conflito com o Irã ainda não foram totalmente absorvidos pelos preços do alumínio. A instabilidade na região ameaça restringir a oferta de forma mais prolongada, o que deve pressionar as cotações internacionais nos próximos meses. Além do alumínio, o setor de commodities monitora de perto as dificuldades no fornecimento de enxofre no Oriente Médio, fator que contribui para a volatilidade atual.

Simultaneamente, o cobre mantém uma trajetória de alta, aproximando-se de patamares recordes devido à demanda robusta vinda da China. A combinação entre gargalos logísticos e tensões geopolíticas cria um cenário desafiador para a indústria, que tenta ajustar suas cadeias de suprimentos diante da escassez de insumos essenciais. O mercado segue atento aos desdobramentos da política externa do governo Trump e seus impactos diretos na estabilidade das rotas comerciais.

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