A indústria de previdência privada no Brasil consolidou-se como um pilar central do mercado financeiro ao atingir a marca de R$ 1,7 trilhão sob gestão, volume que representa cerca de 30% do PIB nacional. O setor, que historicamente era visto apenas como um instrumento de planejamento tributário, evoluiu para um veículo de investimento sofisticado e diversificado. Essa transformação foi impulsionada por marcos regulatórios fundamentais, como a resolução 4.444 de 2015, que introduziu a arquitetura aberta, permitindo que investidores selecionem produtos de diferentes gestoras. Atualmente, o mercado debate a ampliação dos limites de alocação em FIDCs para elevar a eficiência das carteiras. Gestores já aproveitam a flexibilidade atual para direcionar recursos a ativos de longo prazo, como debêntures de infraestrutura, reforçando o papel da previdência como uma ferramenta completa de alocação de ativos no país.
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