Novas análises históricas destacam a trajetória de Forrest, irmão de Nathan Bedford Forrest, líder da Guerra Civil Americana e fundador da Ku Klux Klan. Conhecido no Brasil como Guilherme, ele desempenhou um papel central como um dos últimos traficantes de pessoas escravizadas a operar no país durante o século XIX. Sua atuação evidencia a existência de redes transatlânticas que persistiram mesmo após a proibição do tráfico transatlântico, conectando o sistema escravagista do anteguerra americano à realidade brasileira da época. A pesquisa oferece uma perspectiva sobre como figuras ligadas a movimentos supremacistas nos Estados Unidos participaram ativamente da manutenção do tráfico de escravizados, lançando luz sobre a continuidade dessa prática criminosa entre as Américas.
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