O senador Flávio Bolsonaro enfrenta questionamentos sobre sua estratégia de comunicação após a divulgação de uma fotografia em que aparece ao lado do presidente americano Donald Trump, de seu irmão Eduardo Bolsonaro e de um descendente de figura central do regime militar brasileiro. O registro é visto por observadores políticos como um obstáculo aos esforços do parlamentar para consolidar uma imagem de moderação perante o eleitorado. A associação visual com figuras identificadas com alas radicais é interpretada como um desmentido prático à tentativa de distanciamento desses grupos, que vinha sendo a tônica de sua atuação recente. Em um cenário pré-eleitoral, o episódio levanta dúvidas sobre a eficácia de sua guinada política e como esse alinhamento pode influenciar a recepção de sua figura entre eleitores que buscam um perfil mais centrista.
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