Uma pesquisa recente do UBS indica que os family offices globais estão se preparando para uma mudança rara em suas estratégias de alocação de capital. Motivados por incertezas geopolíticas e preocupações com a sustentabilidade fiscal, 60% dos entrevistados pretendem ajustar seus portfólios nos próximos 12 meses. O movimento reflete uma tentativa de mitigar riscos, com 47% dos participantes sinalizando que a atual exposição ao dólar é excessiva, impulsionando a busca por diversificação cambial e ativos alternativos, como ouro e criptoativos. Paralelamente, a preferência por imóveis está perdendo espaço para ativos mais líquidos, garantindo maior agilidade frente a cenários de volatilidade. Enquanto o cenário global aponta para essa reestruturação, os family offices latino-americanos mantêm um perfil mais cauteloso, com forte concentração em renda fixa e dependência de ativos americanos, evidenciando uma abordagem mais conservadora em comparação aos pares globais.
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