Superintendente do Bradesco aponta que modernização tecnológica deve integrar IA sem descartar a estabilidade dos mainframes em sistemas críticos.
O superintendente de tecnologia do Bradesco, Marcelo Bergamini, defende uma abordagem cautelosa e gradual na modernização dos sistemas corporativos. Segundo o executivo, a adoção de tecnologias emergentes, como inteligência artificial e computação em nuvem, não deve implicar o descarte imediato de infraestruturas tradicionais. Para o banco, o mainframe continua sendo a base ideal para o core bancário devido à sua performance e estabilidade comprovadas ao longo de décadas. A estratégia sugerida prioriza a avaliação da criticidade de cada sistema, permitindo que a migração para a nuvem ocorra de forma seletiva em jornadas menos sensíveis. Essa metodologia visa garantir a continuidade operacional e a segurança dos dados, permitindo que a IA seja incorporada ao ecossistema existente de maneira eficiente, otimizando custos e processos sem comprometer a robustez necessária para as operações financeiras de grande escala.
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