Um novo estudo científico revela que o aquecimento global transformou fundamentalmente o clima de Meca, na Arábia Saudita, criando condições perigosas para a realização do Hajj. O período de maio, historicamente mais ameno, tem registrado temperaturas superiores a 40°C com maior frequência, expondo milhões de fiéis a riscos severos de saúde durante a peregrinação anual. A análise projeta um cenário crítico onde, até o final deste século, o evento poderá ocorrer sob calor extremo durante praticamente todo o ano. Diante desse panorama, pesquisadores enfatizam que a mitigação dos efeitos climáticos, por meio da redução acelerada do uso de combustíveis fósseis, tornou-se uma necessidade urgente para preservar a viabilidade e a segurança da tradição religiosa frente às mudanças climáticas globais.
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