A Apple planeja usar sua arquitetura de chips personalizados para rodar IA localmente no iPhone, utilizando uma versão destilada do modelo Gemini.
Durante a próxima edição da WWDC, a Apple deve demonstrar como sua expertise de 15 anos no desenvolvimento de chips personalizados oferece uma vantagem competitiva para a execução de inteligência artificial local. A empresa pretende integrar recursos de IA diretamente no iPhone, superando o atual atraso no setor ao processar tarefas complexas sem depender exclusivamente da nuvem. Para viabilizar essa funcionalidade, a gigante de tecnologia utilizará uma versão destilada do modelo Gemini, do Google, otimizada para rodar localmente no hardware dos dispositivos. Essa abordagem reforça a estratégia da Apple de priorizar a privacidade e a eficiência energética, utilizando sua arquitetura de silício proprietária como pilar central para a nova geração de recursos inteligentes em seu ecossistema móvel.
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