Cuba enfrenta um agravamento em sua severa crise energética após um petroleiro russo, carregado com cerca de 240 mil barris de diesel, alterar sua rota e abandonar o trajeto que tinha como destino a ilha. A mudança de curso, ocorrida após semanas de incertezas sobre o desembarque, representa um revés significativo para os esforços do governo cubano em mitigar o desabastecimento que paralisa setores vitais da economia, incluindo o transporte e a geração de eletricidade. Este episódio ressalta a fragilidade da infraestrutura energética cubana e sua dependência crítica de importações externas para manter o funcionamento básico do país. Sem a chegada do combustível, a expectativa é que as dificuldades no fornecimento de energia para a população se intensifiquem nos próximos dias, mantendo a pressão sobre a gestão da crise pelo governo local.
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