Um levantamento realizado pela Blis Data revela um perfil demográfico claro no mercado de cannabis medicinal brasileiro: mulheres entre 45 e 64 anos, com ocupação profissional e residentes nas regiões Sul e Sudeste, compõem a maioria dos pacientes. O estudo destaca que o uso da substância é voltado majoritariamente para o controle de condições como dor crônica, ansiedade, depressão e distúrbios do sono. A pesquisa indica que a adesão ao tratamento é frequentemente integrada a terapias convencionais, com 70% das mães entrevistadas combinando ambos os métodos. O dado de que metade das pacientes nunca havia consumido cannabis antes da prescrição médica reforça a crescente aceitação clínica da substância como alternativa terapêutica. Esse cenário reflete uma mudança no comportamento de saúde dessa faixa etária, que busca maior qualidade de vida através de tratamentos regulamentados e acompanhados por profissionais de saúde.
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