O governo de Minas Gerais solicitou alterações nos termos da oferta de ações da Copasa, movimento que pode adiar em cinco dias a precificação da operação, originalmente agendada para 2 de junho. A transação é um pilar central da estratégia estadual para reduzir a participação do governo na companhia de 50% para 5%. O processo busca atrair um investidor estratégico, com consórcios liderados pela Aegea e pela Equatorial disputando a posição de acionista de referência. Com um valor estimado em até R$ 10 bilhões, a operação é vista como um marco para o setor de saneamento. Após o anúncio das mudanças, o mercado reagiu negativamente, e as ações da empresa registraram uma queda de quase 7% na bolsa, refletindo a incerteza dos investidores quanto ao novo cronograma e às condições finais da oferta.
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