A Justiça de Minas Gerais concedeu uma liminar em favor da fabricante de brinquedos Estrela, proibindo instituições financeiras de reter valores ou bloquear contas da empresa. A decisão, proferida pela magistrada Aline Cristina Modesto da Silva, ocorre enquanto o pedido de recuperação judicial da companhia é analisado. O objetivo central da medida é preservar o fluxo de caixa da empresa, permitindo que ela mantenha suas operações básicas durante a reestruturação financeira. Atualmente, a Estrela enfrenta um passivo de R$ 109 milhões, resultado de um cenário desafiador que inclui mudanças no mercado infantil, juros elevados e a pressão da concorrência internacional. Além da proteção contra cobranças bancárias, a decisão também impede que fornecedores de serviços essenciais interrompam o atendimento ao grupo, evitando um colapso operacional que poderia inviabilizar a recuperação da marca.
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